Chupeta: Mocinha ou vilã?

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26

fev

2014

Para os pais, qualquer estratégia que possa acalmar o bebê parece ser válida. Uma delas é permitir ou não o uso da chupeta. Para auxiliar nesta difícil decisão, o guia abaixo aponta cinco relações do uso do bico artificial com o desenvolvimento dos pequenos.

Chupeta: mocinha ou vilã?

1 – Chupeta e amamentação

De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), não se deve oferecer bicos artificiais aos filhos, principalmente se forem recém-nascidos. O posicionamento da língua ao usar a chupeta difere do que é mantido para amamentação. Isso pode deixá-los confusos e prejudicá-los no fortalecimento dos músculos necessários durante o aleitamento. No mais, também fragiliza o mecanismo correto da respiração, podendo levá-los à respirar pela boca. Caso os pais, mesmo conscientes dessa desvantagem, decidam em dar a chupeta, é importante que o faça a partir do 2º mês de vida, garantindo que a prática da sucção ao amamentar esteja mais estabilizada, optando sempre pelos modelos ortodônticos.
Chupeta: mocinha ou vilã?

2 – Chupeta e dedo

Entre os dois, o dedo é o mais prejudicial. Os bebês se encontram numa fase em que as percepções das coisas são feitas por via oral. Levar o dedo à boca é mais fácil e ocorre até mesmo dormindo. Por outro lado, eles encontrarão mais dificuldades em pegar a chupeta e encaixá-la na boca corretamente. Pela facilidade, chupar o dedo pode se tornar um hábito vicioso e mais difícil de largar.

Chupeta: mocinha ou vilã?

3 – Chupeta e fala

Caso a chupeta seja usada por um longo período, pode sim prejudicar a fala. Existe a possibilidade de alterar a arcada dentária, surgindo as mordidas cruzadas e abertas. A intensa frequência da sucção do bico também pode deixar a musculatura enfraquecida, ocasionando dificuldades em produzir sons como “r” e “l”, além de ser um fator limitador na comunicação, já que se expressar com a chupeta na boca se torna mais difícil.

Chupeta: mocinha ou vilã?

4 – Chupeta e cólicas

A fase da cólica é estressante para os pais e para o bebê. Durante uma crise, dar uma chupeta parece distrai-la, mas é momentâneo. As cólicas podem voltar mais intensas, já que o ato de sugar facilita a entrada indesejada de ar.

Chupeta: mocinha ou vilã?

5 – Chupeta e dentição

Alguns especialistas afirmam que largar a chupeta até os 2 anos diminui consideravelmente as chances de ter problemas na dentição. Porém, não se descarta o malefício, pois dependerá da intensidade de que foi feito o uso da chupeta até nessa idade.

Nada mais sensato que os pais conversem com o pediatra sobre a melhor forma de administrar o uso da chupeta, caso queiram oferecê-la aos seus filhos. O importante é se informar e fazer a melhor escolha.

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