Os primeiros dentinhos

tag Categoria || Dicas

13

abr

2012

Quanto mais cedo hábitos de rotina forem inclusos na vida das nossas crianças, melhor elas se adaptarão a regras e costumes, tais como hora de dormir, de acordar, de brincar, de estudar, de comer e, é claro, de escovar os dentes.

Assim que começam a aparecer os primeiros dentinhos, entre o quarto e o oitavo mês de vida, já é preciso iniciar a escovação. Primeiramente, posicione o bebê de forma que ele fique confortável e você também, facilitando a limpeza. Utilizando uma dedeira no dedo indicador, o certo é fazer movimentos leves e arredondados sem entrar em contato com o céu da boca, pois é muito sensível no bebê e pode machucá-lo. Assim, a placa bacteriana na boca do bebê desloca.

“Não se deve forçar, porque pode criar algum trauma. Tem que ser uma brincadeira feita com carinho”, afirma a odontopediatra Eloísa Soares Ueno, mãe de Betina. A partir de um ano, as crianças já começam a entender o que está acontecendo. “Quando você for escovar seus dentes, leve seu filho junto e mostre o que está fazendo. As crianças gostam de imitar o que os adultos fazem”, diz. A dedeira deve ser esterilizada e trocada a cada três meses.

Além da escovação, precisamos ficar atentos a outro detalhe importante: a alimentação. “Quanto mais natural, melhor”, indica Eloísa. Quanto mais cedo for iniciada uma dieta cheia de açúcares, cresce a probabilidade de aparecimento de cáries. “Deixe que a criança descubra sozinha esses alimentos”, completa. Ou seja: nada de docinhos, brigadeiros e refrigerantes antes da hora!

A mamada noturna do bebê também merece atenção, pois os bebês, geralmente, começam a mamar e acabam caindo no sono. Você não vai querer acordar seu bebê para escovar seus dentinhos, não é? Se seu filho ainda mama no peito, corre poucos riscos de sofrer cáries, mas mesmo assim é necessário fazer uma limpeza. E se ele já passou para a mamadeira, mais atenção! Comece evitando colocar açúcar, mel ou outro doce no leite. “Algumas marcas de leite em pó contêm açúcar em suas composições. É preciso ter cuidado com elas”, explica Eloísa.

A frequência da escovação aumenta de acordo com o nascimento de mais dentes, e, aos poucos, ocorrerá a passagem da dedeira para a escova de dente. “Existem escovas para a faixa etária de zero a um ano. Elas têm cerdas macias e fininhas e a cabeça pequena. É fácil de encontrar”, indica Eloísa.

Fique atento a isso e cuide da saúde dos dentes do seu filho, evitando problemas futuros para ele. | Fonte: Pais&Filhos – Setembro 2011

Palavrão, não!

tag Categoria || Dicas

5

abr

2012

Situações como perder a paciência no trânsito ou ficar estressado com o trabalho induzem o ser humano a dizer uma palavra “pesada”, e isso é considerado normal. Dizer palavrões nem sempre é culpa nossa, afinal são reações dos estímulos ligados ao cérebro que falamos por instinto nesses momentos de “liberação de raiva”. Algumas dessas vezes são na frente das crianças, e, geralmente, elas podem começar a repetir tais palavras. Se seu filho começou a repetir, saiba o que fazer.

Certa vez, uma mãe reparou que sua filha andava falando uma palavra estranha e nova para seu vocabulário: “caco”. Depois de investigar, descobriu que ela tentava dizer “saco”, imitando seus pais que usavam sempre essa expressão. “Saco” não é um palavrão, mas vindo da boca de uma criança pequena soa muito ruim, e se a mãe não começar a controlar e evitar falar assim, a filha poderá começar a falar coisas bem piores futuramente. Não se culpe se isso vem acontecendo com seu filho, é mais automático do que você pensa.

Todos os pais têm a obrigação de ensinar às crianças que falar palavrão não é bonito. Então, devem começar a se policiarem e cortarem esses termos no seu cotidiano, já que as crianças até os sete anos costumam repetir frases ditas pelos outros, sem mesmo saber o que significam. Apesar de não entenderem, elas têm a capacidade de associar aquelas palavras a uma alteração emocional, geralmente negativa como a raiva ou indignação. Imagine: Seu filho lhe pede a mamadeira aos sete anos, você nega afirmando que ele já está grandinho e ele lhe solta um palavrão de discordância, hein? Como lidar?

Tudo começa com sua educação, primeiramente, caro pai. Mesmo sem querer, demonstre que foi um erro na frente do seu filho, colocando a mão na boca e explicando que não se deve falar esse tipo de coisa. Explique o por que de ter reagido daquela forma, ainda mais se tiver falando de outra pessoa. Não explique o significado das palavras feias, as crianças não precisam saber e também não vão entender. E se você pegar a criança falando algo feio, não brigue com ela de uma vez, primeiramente entenda por que ele disse aquilo, afinal ele pode ter dito sem querer ou mesmo entender, portanto, não vai saber qual foi seu erro.

O ciclo é simples: se a família costuma falar palavrões, a criança também desenvolverá essa habilidade, mas se a família costuma falar bem e educadamente sobre as pessoas e outras coisas, será difícil a criança crescer com o hábito de falar palavrões. A educação começa em casa, não se esqueça disso.

Mantenha a calma e não demonstre muito interesse pelo ocorrido: quanto mais importância você der ao palavrão, mais a criança repetirá para chamar a atenção. Por fim, estabeleça regras e deixe bem claro que seu filho não poderá falar essas palavras em ambientes sociais, na frente dos mais velhos ou na escola.

Nada de #%*$, como diriam as histórias em quadrinhos.|Fonte: Pais&Filhos – Setembro 2011

BRONQUIOLITE – Guia de orientações do HVS

tag Categoria || Cuidados com o Bebê

3

abr

2012

Em nosso post sobre “Como se trata a Bronquiolite?” Uma mamãe nós enviou as dúvidas e inseguranças a respeito do tratamento de seu bebê.

Para  todas as mamães e leitoras do “Eu nasci no Vila da Serra” terem  informações a respeito do tratamento da bronquiolite:

Clique na imagem para ampliar

A equipe Materna do HVS ressalta, percebendo a sua insegurança com o tratamento, aconselhamos que busque uma reavaliação do pediatra.

“E agora de mãe para mãe, segue uma informação que auxiliou bastante nos primeiros anos de vida do meu filho: procure um pediatra pelo qual você sente empatia e no qual confie plenamente. Confiando neste profissional, siga todas as orientações fornecidas e estabeleça uma boa comunicação: não tenha vergonha de pedir socorro e nunca fique em dúvida!

Os primeiros meses são mais difíceis e requerem mais cuidados, mas tudo dará certo! E a cada dia será mais e mais gratificante ser mãe!”

Amamentação – uma relação de saúde

tag Categoria || Amamentação

2

abr

2012

Amamentar é um ato natural que constitui na melhor forma de alimentar, proteger e cuidar do seu bebê, e, apesar de ser fisiológico e mecânico do ser humano, é um processo que precisa ser aprendido.

Confira essas informações abaixo e amamente com sucesso, para assim, desfrutar de uma experiência única se relacionando dessa forma com seu bebê.

Segundo a Academia Americana de Pediatria, a AAP, as mães devem amamentar seus filhos pelo menos durante o primeiro ano de vida, sendo essa a única alimentação da criança nesse período. Tal importância se deve a comprovação de que as crianças amamentadas têm menos chances de desenvolver muitos problemas de saúde, como infecções de ouvido, alergias, vômitos, diarreias, pneumonia, diabetes, meningite, entre outros. Alguns especialistas até afirmam que o leite materno ajuda no crescimento e desenvolvimento do cérebro do bebê, será?

O leite materno, além de evitar doenças, possui mais benefícios ainda. Nele contém os minerais certos e o equilíbrio correto de nutrientes, não custando nada e estando sempre pronto para quando o bebê tiver fome, não precisando de preparo algum. Os benefícios para a saúde continuam enquanto mãe e filho quiserem manter o processo de aleitamento.

Amamentar não faz bem somente para o bebê, faz bem também para a mamãe. Além de favorecer uma maior relação entre eles, ajuda a estimular hormônios que fazem o útero voltar ao tamanho normal como antes da gravidez. As mamães que amamentam têm somente 50% de chances de desenvolver doenças como câncer de mama na pré-menopausa, menor risco de câncer de ovário e osteoporose. Ajuda também a perder peso progressivamente após o parto, pois utiliza de um tipo de gordura antes que essa fosse absorvida pelo organismo. Mas para todos esses benefícios aparecerem com qualidade, é preciso que a mamãe se alimente bem, tome muitos líquidos (leite, água e sucos) e descanse o suficiente. Na alimentação da mamãe, não deve conter muito tempero, muito sal ou muito açúcar, pois algumas substâncias como essas podem interferir na qualidade do leite materno, podem agitar o bebê, e até mesmo adoecê-lo.

O leite só “desce” alguns após o nascimento do bebê, até então, o seio produz colostro que alimentará o bebê até lá. Tal substância contém proteínas e anticorpos que ajudam a combater várias doenças. Costuma-se dizer que o colostro é a primeira vacina. Depois que o leite descer, o bebê vai querer mamar de hora em hora, portanto, o organismo da mãe passará a produzir uma quantidade adequada às necessidades do bebê. Após dois a quatro dias, o bebê passará a mamar com menos frequência: a cada duas ou três horas ou entre oito e doze vezes em um período de 24 horas. Isso significa um amadurecimento do bebê, e não que ele esteja insatisfeito com seu leite ou cuidados. Fique tranquila, mamãe.

A mulher foi feita naturalmente para amamentar, mas isso não significa que não precisará aprender algo ou ter uma ajudinha. No hospital, peça ajudar para levar o bebê ao peito para ele poder sugar corretamente. O ideal é o bebê começar a mamar logo após o parto. Se, em casa, aparecerem dúvidas sobre como amamentar, peça ajuda ao seu médico, grupos de aleitamento e hospitais próximos a você. Não se preocupe se você achar que é ruim nisso, pois até as mães mais experientes podem encontrar obstáculos.

Meu bebê tem medo de festas

tag Categoria || Dicas

29

mar

2012

Em determinadas ocasiões, as crianças sentem muito medo e choram em seguida, como, por exemplo, quando veem palhaços ou quando vão a lugares barulhentos e cheios de gente. Tais situações são realmente assustadoras, já que elas têm que enfrentar o desconhecido, portanto, esses momentos devem ser vivenciados de um jeito gostoso para essa turminha não se assustar.

Com uma festa de aniversário não seria diferente, principalmente na hora de cantar parabéns. A clássica cena de todo mundo reunido em volta da mesa, o pai filmando, a mãe acendendo a vela, todos cantando “parabéns pra você” e, de repente, o aniversariante começa a chorar. Não somente a música alta assusta a criança, assim como palhaços, bexigas estourando, flashes de câmeras, entre outras mil coisas contagiantes de uma festa.

Esse medo costuma aparecer logo no primeiro aniversário e tende a sumir até os cinco anos. É assustador para uma criança pequena ser o centro das atenções, sem falar do excesso de barulho nos seus ouvidos. Até a decoração e coloração da festa pode assustar, pois os personagens dos temas usados são extremamente coloridos e diferentes das pessoas comuns! Até nós estranhamos às vezes! Como agir perante essas situações?

Calma, isso faz parte do desenvolvimento e educação do seu filho. Você não irá precisar deixar de fazer festinhas para ele ou levá-lo em outras, basta uma maior organização e controle.

Em primeiro lugar, você deve entender os sentimentos do pequeno, dê valor e não o ridicularize nessas situações, pois ao expressar seu medo, isso se torna importante para a criança poder resolver seus problemas. Tente se colocar no lugar dele: da mesma forma em que você fica ansioso e nervoso em uma entrevista de emprego, ele também teme o desconhecido. Diga que entende como ele se sente, e, se tiver alguma história sua para contar para ele poder se espelhar, não deixe de contar.

O que fazer?

Quando começar a choradeira, acolha a criança e a afaste do problema a que tanto lhe incomoda. Os convidados da festa, com certeza, entenderão a situação e isso não será constrangimento para você ou para a criança. Nesses casos, ela só deseja proteção, portanto fique do seu lado enquanto ela não se acalmar. Tente distraí-lo com algo que ele goste, como um brinquedo ou uma brincadeira.

E choradeira na hora do parabéns? Apague as velas, peça ao convidados para cantarem mais baixo ou vá direto para parte em que o bolo é cortado e servido para todos.

Com essas dicas, aprenda a regular as reações do seu filho durante os próximos anos, até isso passar. Convide pessoas próximas a ele, que ele conheça, como seus amigos da escola e parentes próximos. Quanto à decoração, quando for contratar personagens com fantasias ou palhaços, deixe a criança assistir a pessoa colocando a roupa ou até mesmo a maquiagem. Esse truque garante que quando a pessoa aparecer caracterizada com sua fantasia, ele não vai estranhar tanto assim.

Contudo, caso seu filho não curta mesmo as festas e você costuma fazer mais por você do que por ele, que tal deixar pra lá? Espere ele crescer e festeje seu medo indo com o tempo! |Fonte:Revista Pais e Filhos

“Engole o choro, menina (o)!”

tag Categoria || Dicas

26

mar

2012

Todo mundo já ouviu falar nessa expressão, não? Principalmente vindo de pessoas como pais, avós ou professores. Antigamente, essa fala era muito comum e ninguém discutia o quanto ela descuidava dos sentimentos da criança e prejudicava a entender os motivos que a levaram ao choro.

Chorar é a manifestação de vários sentimentos e emoções, como o medo, a dor, ansiedade, entre outros. O choro ou “birra” de uma criança, de alguma forma, provoca nos adultos um desejo de acabar logo com aquela atitude, sem explicações nem entendimento do que motivou essa ação, praticamente obrigando a criança a parar.

Essa atitude de negligenciar emoções pode levar o indivíduo, desde a infância, a ter dificuldades de relacionamento ou de gerenciar suas frustrações, fazendo a pessoa a se tornar impaciente, intolerante com atitudes ou opiniões diferentes da sua, além de abrir portas para as mais diversas doenças psicossomáticas, inclusive o câncer.

Diante de tudo, não podemos simplesmente ignorar um choro de uma criança, devemos aprender a identificar o que ela quer dizer por trás das suas sensações de raiva, dor, angústia ou frustração, que levam, geralmente, ao choro ou birra. Muitas vezes sem querer, os adultos desprezam esses sentimentos, seja por não saber como identificar os próprios sentimentos e lidar com eles da melhor maneira, ou por falta de informação das consequências do desprezo dessas emoções.

Ao ajudarmos uma criança a perceber o motivo que a levou ao choro, favorecemos a identificação e expressão dos seus sentimentos e estaremos colaborando com seu autoconhecimento, promovendo assim uma compreensão mais aprofundada da vida futuramente.

Agindo deste modo, estaremos contribuindo para que nossos futuros jovens aprendam a lidar com diversas situações usando as emoções de forma equilibrada, tornando-as pessoas mais tranquilas e felizes. Depois dessa análise, quem sabe a frase não se modifica para: “Solte o choro, menino (a)!” | Fonte: Meu Bebê – Dez/Mar – 2012 – Nº20

Enquanto os bebês dormem…

tag Categoria || Curiosidades

21

mar

2012

Sabe aqueles momentos em que temos ideias repentinas e que, sem esperar, dão certo? Isso aconteceu com a mamãe Adele durante sua licença maternidade. Enquanto sua linda bebê Mila dormia, ela percebeu que a posição em que ela se encontrava deitada era perfeita para montar um cenário ao redor e tirar boas fotos. Confira abaixo a primeira foto de Mila com essa invenção da sua mamãe, “Touché!”

A primeira foto remete a um simples bebê dormindo, mas com o objeto (canudinho) na sua mãozinha, a forma de leitura da imagem fica diferenciada dando senso de humor e de fofura.

Com o tempo, Adele empolgou com a ideia e continuou criando cenários muito mais coloridos e diferentes para tirar fotos da sua filha de acordo com sua posição, tais fotos eram postadas no seu blog e eram adoradas pelo seu público.

Algumas fotos de Mila:

Após vários cenários montados incentivando outras mamães a fazerem o mesmo com seus bebês, Adele teve a ideia de realizar um concurso do melhor cenário montado! As mamães enviavam as fotos para ela e havia uma seleção para a escolha dos melhores. A criatividade foi incrível e as fotos finais foram simplesmente fantásticas. Confira os oito finalistas, incluindo o vencedor:

 

 

E a mamãe mais criativa com o bebê mais fofo foi:

 

 

Essa ideia simples e momentânea de Adele se tornou um vício pelo mundo e todas as mamães dos mais diversos lugares passaram a transformar os sonhos dos seus filhinhos em verdadeiros teatros.

Em três de março desse ano, Adele publicou um livro chamado “When My Baby Dreams”, ou em português, “Quando meu bebê sonha”, com várias fotos acompanhadas de narrações. Isso é prova de que uma pequena observação pode levar a grandes resultados.

Várias mamães se inspiram nesse trabalho que faz de seu bebê um grande modelo. Faça você também e envie a foto do seu bebê para nós por e-mail hospitalviladaserra@gmail.com ou publique em nossa página no facebook.com/hospitalviladaserra . As três melhores escolhidas pela nossa equipe serão postadas aqui no blog.

 

Parabéns especial para as nossas leitoras!

tag Categoria || Dicas

8

mar

2012

Hoje, o Hospital Vila da Serra tem o prazer em celebrar uma data tão especial.

Data essa que representa força, coragem e sucesso, com uma pitada de amor.

Nada mais, nada menos que o Dia Internacional do bem mais precioso que o mundo possui.

Eis aqui nossa homenagem a você… Mulher.

Os benefícios da fruta rica em Vitamina C

tag Categoria || Dicas

7

mar

2012

É rica em vitaminas C e A, ajuda no combate à gripe, facilita a absorção do ferro pelo organismo e garante o funcionamento do sistema imunológico. A fruta também tem fibras, que ajudam na digestão, e ácido fólico, que é ótimo para o crescimento.

As mães muitas vezes preferem dar ao filho a laranja lima, que é mais doce e menos ácida e, por isso, causa menos estranhamento ao bebê. Não importa o tipo de laranja, mas é interessante dar a fruta mesmo, para que ele aprecia a textura e não associe o suco de laranja à caixinha.

Sempre prefira o suco natural e nunca deixe passar muito tempo entre o preparo e o consumo, já que a vitamina C oxida-se e, com isso, o suco perde os nutrientes. Por isso é que na hora de preparar a lancheira a melhor opção é mandar a fruta descascada ainda com a parte branca. É ela quem vai preservar a vitamina C e, de quebra, garantir fibras no cardápio do seu filho.

Como: na forma de fruta ou suco.

Quando: a partir de seis meses.

Risco de obesidade: nulo.

O Ferro e sua importância para a gestação e a criança

tag Categoria || Dicas

2

mar

2012

  • Reduz o nascimento de bebês prematuros e com baixo peso;
  • Reduz o risco de morte materna no parto e no pós-parto imediato;
  • Melhora a capacidade de aprendizagem da criança;
  • Melhora a resistência às infecções;
  • É fundamental para o crescimento saudável.

 

Qual é a função do Ferro?

O Ferro é um nutriente essencial para a vida e atua principalmente na síntese (fabricação) das células vermelhas do sangue e no transporte do Oxigênio para todas as células do corpo.

 

O que é a Deficiência de Ferro?

A deficiência de ferro pode apresentar-se em graus variáveis, que vai desde a depleção do ferro, sem comprometimentos orgânicos, até a anemia por deficiência de ferro que afeta vários sistemas orgânicos. A depleção de ferro supõe uma diminuição dos depósitos de ferro, mas a quantidade de ferro funcional pode não estar alterada. Ou seja, indivíduos com depleção de ferro não possuem mais ferro de reserva pra ser mobilizado, caso o organismo necessite.

 

O que é a Anemia?

A Anemia pode ser definida como um estado em que a concentração de hemoglobina no sangue está anormalmente baixa, em consequência da carência de um ou mais nutrientes essenciais, qualquer que seja a origem dessa carência. Contudo, apesar da ausência de vários nutrientes contribuir para a ocorrência de anemias carenciais como folatos, proteínas, vitamina B12 e cobre, indiscutivelmente o ferro é, dentre todos, o mais importante. A anemia por deficiência de Ferro é atualmente um dos mais graves problemas nutricionais mundiais em termos de prevalência, sendo determinada, quase sempre, pela ingestão deficiente de alimentos ricos em ferro ou pela e pela inadequada utilização orgânica.

 

Quais as causas da Anemia por Deficiência de Ferro?

As causas da Anemia por Deficiência do Ferro, tanto em crianças como em gestantes, são basicamente o consumo insuficiente de alimentos fontes de ferro e/ou com baixa disponibilidade. Na gestante, pode-se destacar também as baixas reservas de ferro pré-concepcionais e a elevada necessidade do mineral em função da formação dos tecidos maternos e fetais.

 

Como diagnosticar a Anemia por deficiência do Ferro?

Os sinais e sintomas de carência de ferro são inespecíficos e de difícil detecção, sendo necessário exames laboratoriais (sangue) para que seja confirmado o diagnóstico de Anemia por Deficiência de Ferro. Os principais sinais e sintomas são: fadiga generalizada, anorexia (falta de apetite), palidez de pele e mucosas (parte interna do olho, gengivas, palma das mãos), menor disposição para o trabalho, dificuldade de aprendizagem nas crianças, apatia (crianças muito “paradas”).

Para o disgnóstico da anemia, é necessário recorrer aos indicadores laboratoriais (hematológicos).

O nível de hemoglobina é um dos indicadores que tem sido amplamente utilizado em inquéritos epidemiológicos, além de ser considerado adequado num diagnóstico preliminar para levantamentos em campo. O ponto de corte proposto pela OMS para o nível de hemoglobina indicativo de anemia em crianças de 6 a 60 meses e em gestantes é abaixo de 11,0 g/dl.